Coleta Seletiva Solidária

A Coleta Seletiva Solidária é uma estratégia que busca a construção de uma cultura institucional para um novo modelo de gestão dos resíduos, no âmbito da Assembleia Legislativa, por fazer voltar ao ciclo produtivo (reciclagem) uma grande quantidade de matéria que teria como destino final o aterro sanitário. Com isso, contribui para a proteção do meio ambiente, como também para a inclusão social por meio da geração de emprego e renda.

A ação é alinhada à Lei Nº 12.305 de 2 de agosto de 2010, que trata sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e à Lei Estadual Nº 10.077, de 13 de julho de 2016, que dispõe sobre a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual, direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis.

Além da coleta e destinação dos resíduos recicláveis, o programa prevê também conscientizar e promover o adequado descarte de resíduos perigosos e eletrônicos, como lâmpadas, pilhas e periféricos de informática. Uma outra ação desempenhada é a sensibilização dos servidores legislativos para a redução do consumo de materiais de expediente, tais como papel e copos descartáveis.

O programa de Coleta Seletiva Solidária da Assembleia é desenvolvido por uma comissão formada por servidores de diversas áreas e setores da Casa. Ela é responsável pelo planejamento, operacionalização e monitoramento das ações, além da interlocução com a cooperativa de catadores.

 

 

 

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